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Segunda-feira, Março 31, 2008

Pedra após 20.000 downloads do 1º album lança hoje a meia noite, Pedra II com download gratuito



Foto: Grace Lagôa

-Press Release-

A meia noite de 01/04 (hoje) a banda Pedra lança seu segundo cd com download gratuito no site oficial www.pedraonline.com.br
Após mais de 20.000 downloads desde agosto de 2007 a banda tem grande expectativa em relação a esse novo lançamento.


"Concebido em 2007, parido........ 2008 !
Um ano, vários dias, muitas horas...
Mais um filho, mais um motivo.
Pedra II foi um passo além no caminho de confirmar e por quê não, consolidar nossa direção aberta a todos os tipos de
influências e estilos da música. Soa rock ? Quase sempre. Soa pedra, sempre.
Cinco músicas já haviam sido postadas no site em 2007 e agora mais sete completam o Pedra II. Entre elas algumas parcerias
com Cezar de Mercês, Tom Hardt, Osmar Santos Jr e nosso tributo ao Sergio Sampaio na regravação de Filme de Terror,
que havia sido deixada de lado em outros tributos à obra desse grande maldito, ou como preferimos "bendito" da música
brasileira.

Os discos completos estão liberados para download gratuito e em cd na loja do site para quem quer o album com encarte.
Aliás o encarte ficou especial. Revista e estória em quadrinhos inteiramente produzida pelo artista multimídia Diogo Oliveira
que tão bem nos alimentou a alma gravando a cítara da faixa "projeções". Ainda tivemos a participação do Sam na percussão
de "meu mundo é seu".


Agradecemos a toda equipe de amigos que ajudam a lapidar os shows, gravações, videos e tudo mais que
se relaciona ao trabalho do Pedra e em especial ao Renato Carneiro, que mais uma vez soube imprimir no
audio esse novo trabalho e momento da banda.

E o agradecimento mais especial a todos vocês que estão ligados no nosso som. São vocês que finalizam
o trabalho e dão vida às músicas. Aos que vão aos shows e engrossam o coro e o caldo.

Muito Obrigado
Pedra"

Para quem quiser conhecer um pouco do album que vem aí a banda liberou um promo video com trechos das 12 faixas do novo album.
http://www.youtube.com/watch?v=r3782u2SXzk

Bento Araújo11:01

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Sexta-feira, Março 14, 2008

Galera, dois ótimos shows que pintarão em breve:

Um é a super banda de Mick Taylor, batizada de Mick Taylor’s Blues Summit!

Saca só o time: Mick Taylor (John Mayall’s Bluesbreakers, Rolling Stones), Mitch Mitchell (Jimi Hendrix Experience) Terry Reid (um dos maiores vocalistas/artistas dos sixties) e Colin Allen (Bluesbreakers, Stone The Crows, Bob Dylan, John Lee Hooker) ! Para assistir os caras juntos, basta se mandar para o London’s Queen Elizabeth Hall, dia 5 de maio...

E o outro mega-show que deve abalar o sonolento mundo atual do rock é a super-volta aos palcos do legendário SOM NOSSO DE CADA DIA!



Isso mesmo, o super Manito e Pedrão Baldanza estarão super bem acompanhados para uma noite de gala no Teatro Municipal de São Paulo, como parte da já ilustre Virada Cultural.
O show acontece dia 26 de abril e a nova formação do grupo conta também com Fernando Macabro (teclados), Marcelo Schevanno (guitarra), Edson Guilardi (bateria) e Carla Viana (vocal).

A noite promete, já que o grupo declarou que será uma noite de homenagem ao saudoso Pedrinho Batera e ao clássico SNEGS!
Bento Araújo12:58

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Domingo, Março 09, 2008



Imperdível, após longo ostracismo a banda Compacta TriÔ volta a se apresentar em São Paulo desta vez com a presença de Fábio Golfetti (Violeta de Outono) para interpretar clássicos das bandas King Crimson, Gong, Soft Machine, Magma e muito mais.
Data: 13/03/08 (quinta-feira)
Local: Café Piu-Piu (Rua 13 de maio, 134, Bixiga, São Paulo)
Horário: A partir das 20:00 hs

Bento Araújo14:12

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Quinta-feira, Março 06, 2008

Galera, texto enviado especialmente pelo mega guitarrista e brother de carteirinha, Mr. Michel Leme...

O ÁLBUM DO ANO



É curioso ver um disco como "River - The Joni Letters" de Herbie Hancock ganhar o Grammy de "Álbum do Ano" (também ganhou como "Melhor álbum de Jazz Contemporâneo"). Ao meu ver, muitas coisas estão nas entrelinhas deste fato, que inclusive foi destacado como surpresa pela imprensa.

Eu ouvi o disco. É bem tocado, tem bons arranjos, belas harmonias e momentos bons - principalmente por parte do senhor Wayne Shorter, que parece não estar nem aí para a assepsia reinante no CD e faz o "trabalho sujo", ou seja, toca pra c......! E tem as participações das cantoras Tina Turner, Norah Jones, a própria Joni Mitchell (cujas letras inspiraram o projeto todo), Corinne Bailey Rae, e a brasileira Luciana Souza. Na última faixa, Leonard Cohen recita "Jungle Line".

Importante dizer que das dez músicas do disco, quatro são instrumentais. Isso, na minha opinião, é significativo para o gênero, visto que representa 40% de um disco premiado como álbum do ano (independente de ser pelo Grammy ou por qualquer outra instituição). Mas, em se tratando de Herbie Hancock, é um disco muito, mas muito comportado e comercial se comparado a ábuns anteriores - os quais fizeram seu nome tornar-se sinônimo de qualidade.

Mas a questão não é julgar se o disco merece ou não o Grammy. Em primeiro lugar, eu não usaria tal discurso, simplesmente por não dar crédito a uma premiação do tipo "nós fazemos e nós mesmos premiamos o que fazemos". Em segundo lugar, o disco é bom, se comparado ao que vem sendo produzido atualmente nos Estados Unidos da América.

A questão principal é: qual o recado que a indústria fonográfica (ou, por extensão, cultural) está tentando passar por meio desta premiação?

Para mim é claro: "o artista pode ter todo o talento do mundo como compositor, instrumentista, improvisador, arranjador, etc, mas precisará dos artistas que NÓS projetamos para ter sucesso de verdade". É como se isso desse sustentação para argumentos como "só quando o Herbie gravou com a Norah Jones e com a Tina Turner é que conseguiu o prêmio de ábum do ano". É imbecil, mas tem o aval do Grammy!

Ver um artista de excelência como Herbie Hancock ser 'agraciado' com esse prêmio me faz lembrar do cinismo de alguns canais de TV que, sendo obrigados por lei a exibir programas educativos, o fazem, mas às 05 da manhã! Esse cinismo chega no ponto máximo ao observar que o prêmio veio justamente no momento em que o pianista lança seu disco mais adequado ao 'modus operanti' vigente. Ou seja, a oportunidade de fazer a média foi agarrada, antes que o Sr. Hancock grave um outro disco mais radical ou de vanguarda...

Para tentar esclarecer essas manobras da chamada indústria cultural, recorro ao filósofo alemãoTheodor Wiesengrund Adorno (1903-1969), que foi o primeiro a negar o termo "cultura de massas" para criar o termo "Indústrial Cultural", que segundo ele "impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente". Ou seja, o homem, para a indústria cultural, é um mero objeto. Por meio do massacre constante da mídia, ele se torna uma máquina de consumir qualquer coisa. Adorno ainda coloca: "interessada nos homens apenas enquanto consumidores ou empregados, a Indústria Cultural reduz a humanidade, em seu conjunto, assim como cada um de seus elementos, às condições que representam seus interesses".

É importante deixar claro que a massificação conquista o consumidor pela familiaridade, e não pelo gosto. Citando mais uma vez Adorno, no artigo 'O fetichismo na música e a regressão da audição', ele diz: "Se perguntarmos a alguém se 'gosta' de uma música de sucesso lançada no mercado, não conseguiríamos furtar-nos à suspeita de que o gostar e o não gostar já não correspondem ao estado real, ainda que a pessoa interrogada se exprima em termos de gostar e não gostar. Em vez do valor da própria coisa, o critério de julgamento é o fato de a canção de sucesso ser conhecida de todos; gostar de um disco de sucesso é quase exatamente o mesmo que reconhecê-lo."

Detalhe: esse texto é de 1938! E traduz exatamente uma coisa que acontece hoje: o ser mais desavisado ouve uma atrocidade no rádio, acha um lixo e ri. Mas, depois de uma semana, já está assoviando a melodia e até a introduçãozinha de teclado... Daí a comprar o disco é um passo! Não me canso de dizer: a cultura genuína não virá até você. O que chega fácil, fácil - os "mais vendidos", os "mais premiados", etc. - é exatamente o que querem que você consuma.

E depois do álbum do ano para Herbie Hancock quem será o próximo contemplado, Sonny Rollins? Ornette Coleman? Acho que não. Só se eles gravarem com alguém como Justin Timberlake ou Beyoncé. Aí sim, existiria um gancho para o prêmio, principalmente por não haver nada que contestasse o 'status quo', mas, sim, que só o valorizasse.

De minha parte, continuo achando graça de quem acredita na importância dessas premiações e, mais ainda, dos artistas que gravam discos com a quantidade mínima de músicas para poderem ser indicados ao Grammy (risos, risos e mais risos).

Fique esperto! Ou assista à próxima cerimônia de entrega...

Michel Leme

*agradecimento a Bruno Bacchi (Single Note Comunicação) pela correção gramatical e contra-argumentação.

Visite o site: http://michelleme.com
Bento Araújo11:24

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Quarta-feira, Março 05, 2008

Tarde de autógrafos: THE REZILLOS na LONDON CALLING





Venha conhecer de perto a lendária banda escocesa THE REZILLOS em mais uma tarde de autógrafos na loja LONDON CALLING (www.londoncalling.com.br) dia 15 de março (sábado) as 14:00 horas. É a segunda vez que a banda vem ao Brasil, a primeira foi em 2006 em um show histórico no Hangar 110 na Festa de 20 anos da London Calling CDs.
Além da tarde de autografos os Rezillos estarão tocando nos dias 14 e 15 de março no CB Bar em São Paulo. Os ingressos limitados estão à venda na loja London Calling e no próprio CB.

Tarde de Autógrafos com The Rezillos na London Calling:
Sábado, 15 de março – 14:00h
Local: London Calling CDs
Rua 24 de Maio, 116 sobreloja 15 - São Paulo
Fone: (11) 3223-5300
(Obs.: Limitado a 01 autógrafo e 01 foto por pessoa)

Shows: The Rezillos no CB Bar
Dias 14 e 15 de março (sexta e sábado)
Horário: 22:00 horas (abertura da casa às 20:00 horas)
Rua Brigadeiro Galvão, 871 - Barra Funda
Fone: (11) 3666.8971
Ingressos a venda:
R$60,00 Antecipado com desconto (1º Lote)
R$40,00 meia-entrada (a venda somente na loja London Calling. Obrigatória a apresentação de carteirinha ou comprovante)
R$ 80,00 2º Lote ou na porta
Censura: 18 anos

Sobre Rezillos:
Como dizia KURT COBAIN: nunca confie em quem não gosta de Rezillos

O Rezillos explodiu na cena rock em 1976, depois que seus integrantes se conheceram na Faculdade de Artes de Edinburgo, capital da Escócia, cidade natal da banda. O nome Rezillos foi tirado de um HQ da Marvel, onde Rezillos era o nome de uma cafeteria.

Nascidos do cruzamento do rock garageiro dos anos 60 e da glam rock de bandas como The Ronettes e Shangri Las, o Rezillos foi absorvido pela onda punk do final da década de 70 e pela new wave do começo dos anos 80. Seu single de estréia, da música "I Can't Stand My Baby", catapultou a banda de uma pequena fama no meio underground, para as paradas de sucesso do programa do lendário John Peel, na famosa Rádio BBC inglesa. Seus clássicos "My Baby Does Good Sculptures", "Top of the Pops" e "Destination Venus" se tornaram rapidamente as obras primas da banda e deram ao Rezillos o destaque merecido na cena rock britânica.

Os maiores e mais renomados críticos de música afirmam que os Rezillos mudaram a face da new wave e chegaram a ser a maior influência para nomes poderosos da pop music, como B52's e Devo, além de uma leva de outras bandas que vieram depois, como Supersuckers, Elastica, Dee Lite, Radio 4, Futureheads e até mesmo nomes quentes do momento, como Hot Hot Heat, Bloc Party e Franz Ferdinand.
"Os Rezillos? Eles são punks? Eles são new wave? Eles são ambos! O melhor disco que a Sire Records já lançou até hoje e o baixo mais quente de todos os tempos!" John Mascis, Revista Sounds, 1980.

O álbum de estréia da banda, chamado Can't Stand the Rezillos e lançado em 1978, entrou rapidamente para o Top 10 das paradas inglesas. A banda participou por duas vezes do também lendário programa de TV "Old Grey Whistle Test" e alcançaram o Top 20 com o single da música "Top of the Pops", uma sátira ao programa de TV da BBC inglesa, que tinha o mesmo nome da música. Bastou a banda subir nas paradas com essa música, pra eles serem convidados para tocar no programa Top of the Pops!

Eles eram tão bons que chegaram a colocar medo em bandas como Ramones e o Blondie, que por um momento sentiram que sua supremacia no punk rock estava ameaçada por estes lunáticos escoceses.

Naquele mesmo ano de 1978 eles gravaram e lançaram um álbum ao vivo, chamado "Mission Accomplished...But the Beat Goes On". Mas logo a banda decidiu pendurar as guitarras, para a tristeza geral dos fãs e críticos musicais.

O grupo acabou no final de 1978, mas dois meses depois, lá estavam Eugene Reynolds e Fay Fife de volta á cena. A gravadora disse que daria problemas se eles retornassem com o mesmo nome, o que levou o Rezillos a mudar o nome para Revillos. E assim eles voltavam com tudo a cena! A banda era tão genial e promissora que a gravadora Virgin fez um selo com a temática da banda (o selo Snatzo), exclusivamente para lançar os discos dos Revillos. O grupo terminou realmente em 1984 e logo depois Fay Fife criou a banda chamada Destroy All Men, que não durou muito tempo. Depois ela ainda tentou ser roterista de cinema, produtora e finalmente se tornou atriz de uma série norte-americana chamada "Commander Taggart". Jo Callis entrou para a banda The Human League, clássica banda da new wave britânica.

Na década de 90 a música o Rezillos voltou com tudo à cena rock mundial, com suas músicas incluidas em várias coletâneas que contam a história da new wave, fazendo com que a banda firmasse seu status no underground e nas college radios, principalmente nos Estados Unidos, além de inúmeros fanzines de rock que traziam matérias sobre a banda. E o interesse pelo Rezillos não pára de crescer, devido ao lançamento em CD de todos os seus álbums no ano de 1993 e à crescente procura por material da banda na internet.

Levando tudo isso em conta, o Rezillos resolveu voltar à atividade na véspera do ano novo de 2002, com um show de volta pra lá de quente e agitado, em sua cidade natal Edinburgo, tocando para mais de 150 mil pessoas. O sinal estava dado e já estava mais do que na hora da banda se juntar novamente pra valer, sair em turnês pelo mundo e começar a trabalhar em um novo disco.

Apoiado por resenhas e críticas positivas, a banda volta definitivamente à ativa e embarca para uma turnê de 12 shows pelos Estados Unidos em 2003. O fato curioso é que até então a banda havia feito apenas um único show em terras americanas, no (agora extinto) CBGB de Nova York, nos idos de 1978.

Além dessa turnê americana, os Rezillos fizeram shows esgotados na Noruega e na França e conquistaram uma nova geração de fãs espanhóis em Madri, Barcelona e Valença. Os shows do Reino Unido, incluiram dois shows esgotados no famoso Astoria em Londres, fato este que lhes devolveu o título de uma das mais entusiasmantes bandas em atividade atualmente, com uma pegada e energia de darem vergonha a muitas bandas novas e mesmo às consagradas. Em março de 2003, o tão esperado filme "Jackass, o Filme", foi finalmente lançado no Reino Unido e a música matadora do Rezillos "Somebody's Gonna Get Their Head Kicked In Tonight" foi incluída na trilha sonora, o que resultou na aparição da banda em não menos que cinco revistas americanas, no mesmo dia do lançamento do CD com a trilha sonora nas lojas dos EUA.

Tendo chegado ao Século 21 tocando o mesmo som frenético que tocavam no Século 20, eles ainda mantém a contemporaneidade, tanto musical como conceitual.

Mais infos em www.rezillos.com e www.myspace.com/officialrezillos.
Bento Araújo12:49

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