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Segunda-feira, Outubro 31, 2005

A poeira Zine Fest foi de tirar o fôlego!

Quem estava presente sabe do que estou falando!
O astral estava perfeito! Uma festa de Rock n' Roll na essência da palavra!
Casa lotada e público animadíssimo!
Tudo começou com a banda do Marcelo Watanabe (da qual eu também faço parte) fazendo Rory Gallagher. Tocamos Whos That Coming, Tattoed Lady (com a participação do Ricardo Alpendre), Bullfrog Blues, Out On The Western Plain, Million Miles Away e Shadow Play.
Depois veio o Rock n' Roll Soul a minha banda ao lado do Ricardo Alpendre, Marcião e Ivan. Fizemos um tributo ao Mountain e tocamos Nantucket Sleighride, Never in My Life, Theme for an Imaginary Western, Dont Look Around, For Yasgurs Farm, Blood of the Sun, Southbound Train e Mississipi Queen entre muitas outras! Contamos com canjas do Totó e do Paulo Meyer que estava fazendo aniversário no dia!
Depois veio o Tribute Lynyrd detonando o palco do Café piu piu, contando com o pessoal do Baranga, Garagem Hermética e Marcelo Watanabe. Tocaram todos os clássicos do Lynyrd: That Smell, Travelling Man, Simple Man, Gimme 3 Steps, Whats Your Name, Saturday Night Special, Workin for MCA, Call me The Breeze, Sweet Home Alabama, Freebird e muitas outras...Show perfeito do começo ao fim!
Lavamos a alma e pra mim foi um prazer juntar todo esse time em prol do Rock de qualidade...
Gostaria de agradecer a todos do Café Piu Piu, a todos amigos e músicos envolvidos, aos leitores e anunciantes e principalmente a quem compareceu nessa poeira Zine Fest para celebrar o verdadeiro Rock com a gente!
Foi animal! Inesquecível!
Ano que vem tem mais galera!
Curtam algumas fotos:






Ronnie Van Zant não morreu!
Ele mora em SP, é meu amigo, toma todas e é leitor da pZ!
Tiba Van Zant, esse cara é o talento em pessoa galera!



Fotos de Toni de Gomes
Bento Araújo21:41

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Domingo, Outubro 16, 2005

Queria aproveitar esse espaço on line para convidar todos para a poeira Zine Fest

Dia 27 de outubro rola a primeira poeira Zine Fest no café Piu Piu.
Comemorando o lançamento da décima edição da poeira Zine, estaremos fazendo uma noite especial de tributo a três lendas que foram capas da pZ: Rory Gallagher, Mountain e Lynyrd Skynyrd.
São três bandas diferentes nessa noite: Marcelo Watanabe Trio fazendo Rory Gallagher, Rock N Roll Soul fazendo Mountain e Tribute Lynyrd SP fazendo Lynyrd Skynyrd, com direito a três guitarras e tudo mais.
Além de toda essa festa no palco, rola ainda sorteio de assinaturas da pZ, CDs e camisetas. Conto com todos vocês lá...

Dia 27 de outubro - quinta-feira - a partir das 21:30
Café Piu Piu: Rua 13 de maio, 134 - reservas pelo 3258-8066
Mais informações no http://www.cafepiupiu.com.br/
Preço: R$10 de couvert artístico




Aproveito o embalo e comunico que a última edição da pZ chamou a atenção até dos fãs europeus de Mr. Rory Gallagher. O site oficial do guitarrista irlandês, mantido pelo seu irmão Donal, colocou a capa da pZ na seção 'News & Events', confira no http://www.rorygallagher.com/html/index.htm
Bento Araújo14:16

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Alguém já viu isso?




Se trata de uma versão coreana para o disco Caught in The Act! A capa ficou muito legal, porém a parte interna não tem nada a ver, com uma foto da banda de 1981com Dennis Bellinger no baixo!
Aliás, pra quem é doente pelo Grand Funk Railroad (como eu), a revista inglesa Classic Rock traz na sua edição de outubro um especial de seis páginas com a banda. Matéria interessante contando detalhes da biografia da banda. O autor só dá mancada, ao dizer que de 1972 pra frente, nada do que a banda produziu presta. (Quando eu tinha 15 anos de idade eu também achava isso, depois me amarrei nos discos mais bem produzidos do GFR!) Tem um amigo meu que jura que o melhor disco da banda é o All The Girls in the World Beware, mas isso eu já chamo de insanidade.
Aproveito para fazer a enquete: Como registro ao vivo, qual é melhor, Live Album de 1970 ou Caught in The Act de 1975?
Bento Araújo14:00

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Quem está de disco novo é Neil Young...



Prairie Wind retrata a atual fase vivida por Young. Em um período de três meses, Young sofreu uma delicada cirurgia no cérebro, perdeu seu pai e completou 60 anos de idade.
O 43o disco de Young soa confessional como seus maiores clássicos, além de corais gospel, arranjos de cordas e metais. Será que o 'feeling' de Harvest está de volta? Young já tinha revisitado esse clima em Harvest Moon, de 1992, e parece que esse atual momento é totalmente propício a uma nova empreitada desse tipo.
Antigos e desfeitos laços familiares, lembranças da infância, e o tempo passando cada vez mais rápido. Esse é o clima de Prairie Wind, que está longe de ser um daqueles álbuns quentes e deliciosamente barulhentos de Young amparado pelo Crazy Horse. Dessa vez ele preferiu a compania intimista de seu velho companheiro Ben Keith no 'pedal steel guitar', Spooner Oldham nos keyboards, Rick Rosas no baixo, Chad Cromwell na bateria e Karl Himmel na percussão.
Bento Araújo13:52

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Terça-feira, Outubro 04, 2005

Eba! Shows e mais shows!

Teremos agora nesse fim de ano uma verdadeira maratona!

Scorpions, Deep Purple, Nektar, Iggy and The Stooges, Television e Elvis Costello!

Nada mal em galera...



Iggy está 'entalado' na minha garganta desde 1988, quando eu era moleque demais para assistir o cara em pleno projeto SP. ( O Luiz Calanca me confessou certa vez que esse foi o melhor show que ele viu na vida!).
Estou esperando pra ver o cara ao vivo há 17 anos! E o ódio era total quando ele vinha para a Argentina nos 90s e aqui nada...
Nunca imaginei que teria a oportunidade de vê-lo ao lado dos Stooges. Os irmãos Ashton estão na banda e o baixista é Mike Watt, ex-Minutemen, um puta baixista!
Ao contrário da enganação que foi essa volta do MC5, os Stooges prometem colocar o Claro Que é Rock Festival abaixo.
De se lamentar apenas o fato dos caras estarem abrindo o show do Sonic Youth e do Nine Inch Nails...but, nobody's perfect...
mais informações no site:
http://www.claro.com.br/hotsites/claroqerock/hotsite.html

O show rola na Chácara do Jockey, dia 26/11.



Já o Television de Tom Verlaine e seus asseclas têm shows marcados para os dias 25 e 26 de outubro, na Choperia do Sesc Pompéia. Ótima oportunidade de ver a banda ao vivo depois de tantos anos. O melhor mesmo é o preço do ingresso, apenas 30 pilas...Corre senão acaba....

Já o Nektar está também com sua formação original e toca em São Paulo, no Tom Brasil, dia 11 de novembro. A abertura é por conta do Violeta de Outono e do Shamam! Sim, os próprios! Não entendeu nada? Eu também não...

O Scorpions toca no estádio da gloriosa Lusa no meio de um monte de metaleiros picaretas! Será dureza aguentar tanta enrolação pra ver os caras no final. Quem viu show dos alemães no primeiro Rock in Rio (esse eu perdi), no Olympia em 1994 (esse eu estava lá, sublime!) e no Skol Rock em 1997 (bem legal tbm), sabe que ao vivo o bicho pega!



Surpresa mesmo é essa vinda-relâmpago do Purple! Pelas minhas contas, essa é a sexta tour dos caras pelo Brasil, mas nunca é demais ver os caras ao vivo. O show rola antes do disco novo sair, então ouviremos em primeira mão o novo repertório.
Dias 01 e 03 de novembro, no Credicard Hall, os paulistanos vão conferir canções de Rapture of the Deep, como Money Talks, Girls Like That e Dont Let Go.
Bento Araújo20:49

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Um disco que reouvi hoje depois de um bom tempo foi o Never Say Die do velho Sabbath!



Por que esse disco é tão criticado até mesmo pelos fãs da banda?
Eu mesmo quando era mais moleque não entendia muito esse álbum, que foi o derradeiro com Mr. Ozzy.
Discaço, com a abertura energética da faixa título, rockão visceral que levou o Sabbath novamente as paradas inglesas em 1978 como há um bom tempo não acontecia (a última aparição nos charts tinha sido com Paranoid, oito anos antes).
Ozzy tinha caído fora, foi substituído pelo Dave Walker (ex-Savoy Brown), e voltou para completar o álbum, refazendo tudo e começando quase do zero novamente!
Johnny Blade tem uma passagem tão pesada que assusta, Junior's Eyes começa com um groove bacana de Geezer e Ward e de repente lampejos guitarrísticos geniais de Iommi nos remetem aos bons tempos de Led Zep. (How many More Times).
Na época Ozzy desceu a lenha no disco e falou que um disco do Sabbath com sax era piada! Exagero!
Breakout, a tão temida faixa instrumental com sax, é um belo tema climático e com toque Jazz. Ozzy e os fãs mais radicais pareciam não querer aceitar a evolução do Sabbath, que era mais do que evidente nessa altura do campeonato.
A Hard Road é apenas legalzinha, assim como Swinging The Chain (com Ward nos vocais). Agora Air Dance é demais! Excelente trabalho de guitarra, aliás sugiro para os que criticam Iommi, uma ouvida com mais atenção nessa faixa. O cara esmerilha! Talvez o mais inspirado solo de Iommi registrado em disco.
Em Air Dance, uma das faixas mais Progs do Sabbath, também podemos conferir a veia melódica que Ozzy viria a usar bastante em sua carreira solo alguns anos depois. Destaque também para os belos teclados de Mr. Don Airey, hoje no Purple.
A capa de Never Say Die me chamava muito a atenção quando eu era garoto. A arte do famoso estúdio Hipgnosis é bem atraente, principalmente no vinil, que guardo até hoje comigo. (Esse foi comprado no antigo Museu Do Disco, pois é galera, já estou quase nos 30...)
Deixe que os outros falem mal...Caia de ouvidos em Never Say Die e também no Technical Ecstasy, outro discaço injustiçado do old Sab...
Bento Araújo20:08

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O jantar semana passada foi muito legal!
Gostaria de agradecer a todos que compareceram! Amigos, parentes, colaboradores e anunciantes!
Valeu galera, vocês são demais!!!
Bacana também foi a canja do Rainer Pappon com a nossa banda tocando um clássico do Ten Years After!
E para os que não foram, em dezembro talvez role algo parecido.
Bento Araújo20:02

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